
O downtime de rede não é apenas um incômodo operacional — é um problema financeiro direto. Estimativas do setor apontam que cada hora de indisponibilidade pode custar às empresas entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão, dependendo do porte e do segmento. Em redes corporativas modernas, onde múltiplos sites, data centers e ambientes híbridos convivem em uma mesma infraestrutura, a complexidade cresce exponencialmente — e com ela, o risco de falhas.
Tradicionalmente, a maioria das redes Ethernet depende do Spanning Tree Protocol (STP) para evitar loops de camada 2. Embora funcional por décadas, o STP carrega uma limitação estrutural: ele bloqueia caminhos redundantes para eliminar loops, deixando infraestrutura ociosa e criando pontos únicos de falha. Em redes multi-site com centenas de switches, isso significa largura de banda desperdiçada e convergência lenta quando algo falha.
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